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Negócios | 02.08.2019

Estamos imersos em Dados, o que fazemos com eles?

Informações

Vivemos o auge da produção de dados, imersos nesse universo digital que afeta nossa rotina pessoal e profissional. Ouve-se muito falar que dados são valiosos e são o novo petróleo, diante disso observamos empresas tradicionais de diferentes setores antes tidos como sólidos, como o de telefonia, hotelaria, transportes e finanças, revolucionando seus modelos de negócios estando agora muito mais conectados ao digital e ao ambiente online para prosseguirem competitivos e conectados com seus clientes. Ex: Uber, Airbnb, Nubank e Spotify.

É preciso conhecer alguns tipos de dados que são gerados e utilizados em todos os segmentos de negócios. Para entender a diferença entre Big Data e Small Data, basta pensarmos em quantidade e qualidade ao extrair informações. Enquanto o Big Data foca no cruzamento de dados quantitativos estruturados e não estruturados, levando em consideração o volume de dados, a variedade de tipos de dados e a velocidade com a qual eles são (ou devem ser) minerados, o Small Data atua focado naquelas informações que respondem a perguntas específicas e contextos singulares explorando detalhes por meio de uma mineração muito estreita, observando principalmente dados qualitativos.

Portanto, são dados com informações muito detalhadas e utilizáveis em um campo vasto de informações. Com os conhecimentos advindos desses dados qualitativos é possível visualizar poderosos insights que direcionarão movimentos mais assertivos dentro da gestão de negócios. Eles orientam analistas, cientistas de dados e profissionais de inteligência em suas capacidades de contextualizar cenários e informações dispersas, ao observar e perceber as melhores saídas para o cumprimento de metas e atividades cotidianas.

Dados são considerados o primeiro impulso rumo ao alcance de objetivos de negócios, de acordo com a Pesquisa Global de Qualidade de dados realizada em 2018, 90% das empresas brasileiras consideram dados na definição da sua estratégia de negócios. Mas afinal, como as empresas podem usufruir desse recurso e transformá-lo em potencialidades e melhores resultados?

Confiando em seus dados (devidamente tratados e analisados) para a tomada de decisões estratégicas, aumentando dessa forma sua capacidade em desenvolver projetos, ideias e ações que conversem diretamente com as expectativas cada vez mais elevadas de clientes que têm acesso a diversas opões e possuem conhecimentos detalhados sobre os produtos e serviços que pretendem consumir, portanto, para melhorar e aumentar a possibilidade de sucesso e permanência competitiva no mercado, é fundamental alinhar produtos, comunicação e estratégias a essas expectativas, de forma rápida, empática e efetiva. 

Kátia Eloisa Bertol Mestre em Administração e Negócios Consultora em Inteligência Estratégica / Pesquisa / Marketing

E-mail: kabertol@gmail.com

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